Forças armadas investigarão se houve golpe militar

Em protesto, Bolsonaro virou de costas para a bandeira do Brasil

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CLUBE MILITAR – Após anunciar que apurarão as supostas e pouco fundadas denúncias de tortura em seus domínios, as Forças Armadas surpreenderam a todos com um anúncio ainda mais ousado: “Vamos investigar se houve golpe militar”, ponderou o brigadeiro Felipe Constantino de Azevedo. “Se lograrmos êxito até 2064, a gente começa a investigar se realmente teve esse negócio de censura”, completou, otimista.

Em seguida, um grupamento formado pelo recruta Reynaldo Sem Medo, pelo deputado Jair Messias Bolsonaro, por um professor de direito(a) da USP e pelo cavaleiro William Wallace Waak se destacou até o Itaim Bibi para fincar, no asfalto, a pedra inicial do movimento Esquerda Nunca Mais. “É preciso conter os bolcheviques, os sovietes e evitar que se criem novas Gulags em Ribeirão Preto”, ecoou Messias Bolsonaro, desembainhando a espada da democracia. “Não estamos pedindo um golpe, apenas a implementação de uma UPP no Congresso”, defendeu Sem Medo.

Na cola da iniciativa, Fernando Collor enviou à Comissão da Verdade um requerimento em que pede uma sindicância para apurar se houve impeachment. Lula, por sua vez, exigiu uma investigação para averiguar as denúncias de que teria existido um escândalo batizado de Mensalão em seu governo. “No mínimo, é coerente estender a Anistia para os companheiros que estão na Papuda”, antecipou-se o ex-presidente em exercício.

O PMDB negou em nota oficial produzida pela gráfica do Senado que vai instaurar uma comissão de notáveis para apurar a existência da fisiologia em Brasília.

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