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Golpe no Paraguai: não tem graça nenhuma!

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Junta Militar egípcia acusa Irmandade Muçulmana de dividir o país

Povo egípcio entre duas serpentes, de um lado os militares, de outro os fundamentalistas.

TRADUÇÃO:"Irmandade muçulmana / regime militar". A Junta Militar egípcia acusou nesta sexta-feira a Irmandade Muçulmana, embora sem citá-la diretamente, pela "divisão vivida pelo Egito", por divulgar os resultados das eleições presidenciais antes da Comissão Eleitoral. Em comunicado divulgado pela televisão estatal, a cúpula militar lembrou que "criar obstáculos para a aplicação das decisões judiciais é crime", em referência à dissolução do Parlamento por parte do Tribunal Constitucional, medida à qual os membros da Irmandade Muçulmana se opõem. "A difusão dos resultados presidenciais da divulgação pelo órgão competente é um ato injustificável e a causa da divisão e da confusão na cena política egípcia", afirmou a nota. A Irmandade Muçulmana divulgou ao longo desta semana os resultados das eleições realizadas no último fim de semana que, segundo eles, dariam a vitória a seu candidato, Mohammed Mursi, por cerca de 1 milhão de votos de diferença. O outro candidato, o general reformado Ahmed Shafiq, demonstrou ontem em entrevista coletiva sua "total confiança" em vencer as eleições, apesar de insistir que os resultados só serão conhecidos com o anúncio da Comissão Eleitoral, previsto para os próximos dias. A Junta Militar respondeu em sua nota que reconhece "o direito à manifestação pacífica que respeite os interesses supremos da pátria", embora tenha especificado que enfrentará "duramente" qualquer tentativa de prejudicar os interesses públicos e privados. Enquanto isso, a Irmandade Muçulmana realiza hoje, junto a outras forças islamitas e revolucionárias, uma manifestação em massa na Praça Tahrir para protestar contra a dissolução do Parlamento e as recentes emendas à Constituição provisória aprovadas pela Junta Militar, que lhes dão grandes prerrogativas. Sobre as emendas constitucionais, o Conselho Supremo das Forças Armadas argumentou que foram "uma necessidade imposta pelos requisitos da administração do Estado neste momento crítico". Charge por Olle Johansson - SUÉCIA

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Qual a diferença entre golpe civil e golpe militar?

Após golpe civil, a pergunta é: qual a diferença entre golpe civil e militar.

O novo presidente do Paraguai, Federico Franco, que assumiu o poder na sexta (22) após o controverso processo de impeachment de Fernando Lugo, terá uma semana decisiva para convencer os países vizinhos e evitar o isolamento do país na região. Nove dos países sul-americanos, incluindo o Brasil, rejeitaram o julgamento político do ex-presidente, destituído em menos de 36 horas, e não reconhecem Franco como presidente. A crise se agravou durante o fim de semana, quando muitos destes países resolveram chamar seus embaixadores para consultas ou simplesmente retirá-los do país. Charge por Paz e Rudy - ARGENTINA

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Após impeachment de Lugo, Brasil convoca embaixador no Paraguai para prestar esclarecimentos

Paraguaios chutam Lugo, Sul Americanos chutam o Paraguai

O governo brasileiro condenou neste sábado a "ruptura da ordem democrática" no Paraguai, após o impeachment do então presidente do país, Fernando Lugo, na sexta-feira e anunciou a convocação do embaixador em Assunção para consultas. Em nota, o Ministério das Relações Exteriores criticou o "condena o rito sumário de destituição do mandatário do Paraguai" e afirmou que Lugo não teve garantido um amplo direito de defesa. O Congresso paraguaio decidiu na quinta-feira abrir processo de impeachment contra Lugo sob a acusação de que ele não teria cumprido adequadamente suas funções por conta de um episódio em que 17 sem-terras foram mortos num confronto com a polícia do país. No dia seguinte, o Senado do Paraguai aprovou por ampla maioria a destituição de Lugo, um socialista e ex-bispo católico, e deu posse ao então vice-presidente, o liberal Federico Franco. A oposição a Lugo tem ampla maioria nas duas Casas do Congresso paraguaio. "Medidas a serem aplicadas em decorrência da ruptura da ordem democrática no Paraguai estão sendo avaliadas com os parceiros do Mercosul e da Unasul (União das Nações Sul-Americanas), à luz de compromissos no âmbito regional com a democracia", afirmou a nota do Itamaraty. Charge por Rainer Hachfeld - ALEMANHA

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