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Egito de cara nova

Nova face do Egito é da irmandade muçulmana

Embora a escolha de Mohammed Mursi não tenha a sido a primeira opção da Irmandade Muçulmana no pleito presidencial, o importante movimento político egípcio logo seguiu a sua candidatura. O engenheiro de 60 anos de idade recebeu 24% dos votos no primeiro turno das eleições em maio. Seu adversário foi o segundo colocado, o ex-militar da Aeronáutica Ahmed Shafiq, que chegou a ser primeiro-ministro de Hosni Mubarak. No segundo turno, Mursi recebeu 51,73% dos votos. Mursi prometeu trazer "estabilidade, segurança, justiça e prosperidade" ao Egito, depois de um ano de agitações. Ele disse que chegou a hora de colocar em prática o famoso slogan da Irmandade Muçulmana - "o islã é a solução" - e afirmou que sua estratégia política tem "referências do islã moderado". Charge por Cardow - CANADÁ

 

Esfinge com barba e a cara da irmandade muçulmana

por Petar Pismestrovic - ÁUSTRIA

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Junta Militar egípcia acusa Irmandade Muçulmana de dividir o país

Povo egípcio entre duas serpentes, de um lado os militares, de outro os fundamentalistas.

TRADUÇÃO:"Irmandade muçulmana / regime militar". A Junta Militar egípcia acusou nesta sexta-feira a Irmandade Muçulmana, embora sem citá-la diretamente, pela "divisão vivida pelo Egito", por divulgar os resultados das eleições presidenciais antes da Comissão Eleitoral. Em comunicado divulgado pela televisão estatal, a cúpula militar lembrou que "criar obstáculos para a aplicação das decisões judiciais é crime", em referência à dissolução do Parlamento por parte do Tribunal Constitucional, medida à qual os membros da Irmandade Muçulmana se opõem. "A difusão dos resultados presidenciais da divulgação pelo órgão competente é um ato injustificável e a causa da divisão e da confusão na cena política egípcia", afirmou a nota. A Irmandade Muçulmana divulgou ao longo desta semana os resultados das eleições realizadas no último fim de semana que, segundo eles, dariam a vitória a seu candidato, Mohammed Mursi, por cerca de 1 milhão de votos de diferença. O outro candidato, o general reformado Ahmed Shafiq, demonstrou ontem em entrevista coletiva sua "total confiança" em vencer as eleições, apesar de insistir que os resultados só serão conhecidos com o anúncio da Comissão Eleitoral, previsto para os próximos dias. A Junta Militar respondeu em sua nota que reconhece "o direito à manifestação pacífica que respeite os interesses supremos da pátria", embora tenha especificado que enfrentará "duramente" qualquer tentativa de prejudicar os interesses públicos e privados. Enquanto isso, a Irmandade Muçulmana realiza hoje, junto a outras forças islamitas e revolucionárias, uma manifestação em massa na Praça Tahrir para protestar contra a dissolução do Parlamento e as recentes emendas à Constituição provisória aprovadas pela Junta Militar, que lhes dão grandes prerrogativas. Sobre as emendas constitucionais, o Conselho Supremo das Forças Armadas argumentou que foram "uma necessidade imposta pelos requisitos da administração do Estado neste momento crítico". Charge por Olle Johansson - SUÉCIA

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Eleições no Egito terminam com denúncias de irregularidades

Múmia representando o antigo regime egípcio persegue a população inocente que só quer a democracia.

As eleições presidenciais egípcias viveram neste domingo sua última jornada de votação em um ambiente polarizado, com acusações de irregularidades e tentativas de desmoralização por parte das campanhas de ambos candidatos. TRADUÇÃO: "O retorno da múmia". Charge por Dave Granlund - EUA

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