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Inspirado por Fadinha, skatista Anjo ganha ouro por manobras no Coaf

BOWL DE ATIBAIA – “Radical demais!”, gritou o skatista jurídico Frederick Wassef, após fazer um ollie sobre mais uma investigação do Ministério Público e da Polícia Federal. A manobra acabou por render-lhe uma medalha de ouro, rapidamente derretida e convertida … Continue lendo

Wassef ainda não retirou sua medalha pois segue trancado no banheiro feminino do Senado

BOWL DE ATIBAIA – “Radical demais!”, gritou o skatista jurídico Frederick Wassef, após fazer um ollie sobre mais uma investigação do Ministério Público e da Polícia Federal. A manobra acabou por render-lhe uma medalha de ouro, rapidamente derretida e convertida em dinheiro vivo. O dinheiro, por sua vez, foi repassado ao ex-PM Fabrício Queiroz, que se encarregou de gastá-lo integralmente em panetones na loja de chocolates do senador Flávio Bolsonaro.

“Sou um cara de negócios”, explicou Queiroz, famoso skatista de Rio das Pedras. “Eu faço dinheiro, compro, revendo, compro, revendo, compro medalha de prata, revendo como se fosse ouro, sempre fui assim, gosto muito de comprar medalha de olimpíadas, na minha época lá atrás, comprava um medalinha, mandava arrumar, revendia, dava uma segurança.”

A equipe olímpica do clã Bolsonaro ainda é esperança de medalhas em outras categorias, como salto com Aras, negacionismo em distância, halterocinismo, escalada autoritária, badmito e táokdô. Carlos Bolsonaro ainda compete na tuitagem rítmica e desportiva e Flavio Bolsonaro é o favorito no revezamento 48×2 mil.

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Centrão dá golpe e assume Casa Civil antes de militares darem golpe e assumirem o Centrão

DANÇA DAS CASERNAS – “Parece que o mundo dá voltas, queridinha”, disse o senador Ciro Nogueira ao comentar sua futura nomeação para a Casa Civil no lugar do general Luiz Eduardo Ramos. “Eles diziam que só bastava um cabo e … Continue lendo

À diferença do Exército, que só tem munição para uma hora de guerra, o Centrão tem um arsenal pra mais 200 anos de governabilidade 

DANÇA DAS CASERNAS – “Parece que o mundo dá voltas, queridinha”, disse o senador Ciro Nogueira ao comentar sua futura nomeação para a Casa Civil no lugar do general Luiz Eduardo Ramos. “Eles diziam que só bastava um cabo e um soldado pra fechar o Supremo? Pois bem, nem disso a gente precisa pra desbancar um general. Um presidente acuado já dá conta do recado.”

Nogueira se referia à bravata do general Braga Netto, que segundo reportagem do jornal “O Estado de S.Paulo”, ameaçou dar um golpe no Congresso caso a milícia de Rio das Pedras não tenha o poder de coagir eleitores, exigindo recibo do voto em 2022 (na linguagem técnica das Forças Armadas, a prática é chamada de “voto auditável”). 

O que Nogueira não sabe é que a ameaça de Braga Netto se insere num movimento estético iniciado em 1964, com o golpe do general Olímpio Mourão Filho, aprimorado em 1968, com o ato institucional de número 5, instaurado pelo general Costa e Silva, e ressignificado em 2018, com a ameaça contra a eleição de Lula, feita pelo general Villas Bôas. “Não querem mais deixar os militares ameaçarem a Democracia! Isso é CENSURA!”, reclamou Braga Netto

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Inspirado em dono da Amazon, Bolsonaro quer enviar Amazônia ao espaço

BRASIL IMPÉRIO CONTRA ATACA -“Não tão levando bilionário pro espaço? Então leva logo a Amazônia, porra, o Paulo Guedes falou que ela vale 1 bilhão de dólares.”  A declaração foi dada nesta manhã pelo presidente Jair Bolsonaro, em coletiva de … Continue lendo

O ECOCIDA 17 foi projetado por Carlos Bolsonaro, famoso estudioso lunático

BRASIL IMPÉRIO CONTRA ATACA -“Não tão levando bilionário pro espaço? Então leva logo a Amazônia, porra, o Paulo Guedes falou que ela vale 1 bilhão de dólares.”  A declaração foi dada nesta manhã pelo presidente Jair Bolsonaro, em coletiva de imprensa para anunciar seu projeto de ser o primeiro homem a enviar uma floresta tropical inteira para o espaço. “Mas diferente do véio da Havan lá da Amazon, aqui é voo sem volta, tá ok?”, complementou, referindo-se ao bilionário Jeff Bezos, que fez ontem um voo de 12 minutos para ter a experiência do que é ser um rato de laboratório.

O evento do lançamento já foi batizado pelo governo de Dia do Foguete – uma clara referência ao Dia do Fogo, o 10 de agosto de 2019, quando criminosos atearam fogo a 1500 pontos de floresta no Pará. Além da Amazônia, Bolsonaro pretende incluir como passageiros as suas frases contra a corrupção, o prestígio das Forças Armadas e o sistema eleitoral brasileiro. “Embora tenha gente dizendo que isso tudo já foi pro espaço”, disse o presidente.

Bolsonaro deu uma explicação adicional para justificar o lançamento espacial da Amazônia. “No tocante a isso daí da viagem, o Marcos Pontes falou que a gente tem um satélite lá em cima que fica mostrando desmatamento toda hora. Mas esse satélite tá míope porque o Brasil é o país que mais conserva floresta. Então a gente decidiu mandar a floresta mais pra perto pra ver se ele enxerga direito, tá ok?”

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Exército só tem munição para 20 minutos de guerra: “A coisa de uma hora era superfaturada” se

CORONAGATE – Depois de descobrir que o general da ativa Ernesto Pazuello negociou a compra de vacinas Coronavac pelo triplo do preço original, o Exército Brasileiro refez a famosa conta de quantas horas de munição a tropa teria para uma … Continue lendo

Depois do coeficiente Pazuello, o Exército pretende rebatizar o AI-5, que passa a se chamar AI-1,66666 Foto: tJefferson Rudy/ Agência Senado

CORONAGATE – Depois de descobrir que o general da ativa Ernesto Pazuello negociou a compra de vacinas Coronavac pelo triplo do preço original, o Exército Brasileiro refez a famosa conta de quantas horas de munição a tropa teria para uma eventual guerra. “Sempre foi dito que as nossas Forças Armadas tinham munição para uma hora de guerra, mas esse cálculo jamais levou em conta o Coeficiente Pazuello”, explicou um matemático do Instituto Militar de Engenharia. “É preciso dividir tudo por três para chegar a um dado mais adequado.”

“Senhores, é simples”, respondeu Pazuello, diante da suspeita de que pode ter intermediado a compra de vacinas por um valor superfaturado. “Um manda e o outro obedece, mas tem um cafezinho.’ Sua declaração foi endossada pelo ministro da Eugenia, Paulo Guedes, que disse não haver motivo para preocupação: “Tá tudo sob controle. Se a gente fizer muita besteira a propina chega a 5 reais.”

Especialistas afirmam que os sinais do fator Pazuello eram evidentes e sempre foram acobertados: “Por que você acha que eles só pintam um terço do casco das árvores? E só o meio fio, não a calçada inteira? Esse nome, aliás, era pra ser ‘terço de fio’ mas forçaram pra ficar desse jeito”, revelou uma fonte que não quis se identificar.

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Soluço entra para o Programa de Proteção à Testemunha depois de passar onze dias com Bolsonaro

ORAL B17 – “Foi uma temporada difícil aí, né? A gente sempre sabe que as pessoas não gostam muito da nossa presença, mas no caso do presidente a coisa era pior”, disse o soluço de Jair Bolsonaro, depois de pedir … Continue lendo

Depois de enfrentar um desafio tão intenso, o soluço já pensa em participar da próxima temporada de No Limite – Foto: Reprodução

ORAL B17 – “Foi uma temporada difícil aí, né? A gente sempre sabe que as pessoas não gostam muito da nossa presença, mas no caso do presidente a coisa era pior”, disse o soluço de Jair Bolsonaro, depois de pedir guarida ao Programa de Proteção à Testemunha.

“Era uma loucura. A gente normalmente chega, fica um tempo com a pessoa, aí ela bebe uma água e a gente vai embora. Mas ele não bebia água nunca, era só leite condensado”, detalhou o espasmo sobre o cárcere privado e as tentativas de fuga frustradas. “O negócio do susto normalmente funciona, mas não quando a gente tá assustado também, o que era o caso ali. Se imagina no meu lugar, pra cima e pra baixo com esse pessoal de moto, sem máscara. É complicado!”

O soluço deu detalhes do horror que enfrentou nesses onze dias: “Era um cheiro muito ruim lá dentro, de coliforme verbal misturado com resto de cloroquina. E o mais louco é que as pessoas no entorno dele pareciam apreciar aquele conteúdo.”

Disfarçado de espirro e morando em uma localidade secreta no estado do Tocantins, o soluço espera agora levar uma vida normal. Ele foi diagnosticado com transtorno de estresse pós-traumático, geralmente ativado quando ouve a palavra “rachadinha”: “A coisa ficava feia lá dentro quando alguém falava isso”, contou.

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