Bolsonaro lambe pastas de processo de Flávio e pede que sejam colocadas em quarentena

Preocupado, o ex-cachorro presidencial Augusto Bolsonaro voltou a pular o muro de sua casa, dessa vez para ir atrás de uma cartela de cloroquina CRÉDITO: Agência Brasil

CORTINA VÍRUS – “No tocante a isso daí, eu confundi as pastas com tablete de cloroquina e lambi mesmo tá ok? Agora temos que seguir as recomendações da OMS e não deixar ninguém tocar nisso daí por 128 anos”, explicou o presidente Jair Bolsonaro, ao pedir que o processo contra seu filho Flavio seja colocado em quarentena. “Se puder queimar acho mais prudente. O Flávio quase ficou sem imunidade parlamentar, imagina contra esse vírus aí.”

A ação de Bolsonaro veio no mesmo dia do primeiro depoimento do Zero Um no processo que investiga as chamadas rachadinhas do período em que foi deputado estadual. Nos corredores de Brasília comenta-se, com desconfiança, que o vírus só tenha se manifestado agora – mesmo com o comportamento errante do presidente, que insiste em andar sem máscara e abraçar pessoas, além de lamber privadas e tuítes do blogueiro Allan dos Santos. A equipe médico-jurídica do presidente explicou, porém, que o coronavírus não apareceu anteriormente pois estava hospedado em uma propriedade em Atibaia.

Bolsonaro aproveitou o momento para adiantar que cogita nomear a sua cartela de hidroxicloroquina para o cargo vago de ministro da Educação. “Ela não deu dinheiro pra campanha do Dória, por mim tá de bom tamanho”, explicou. Pesa contra o remédio, no entanto, o seu histórico controverso: a substância diz não curar o novo coronavírus, apesar de Bolsonaro tentar colocar isso no seu currículo lattes.

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