Bolsonaro reata relações com China por medo de nunca mais comer pastel em paz

O ministro Paulo Guedes afirmou: “com a retomada das relações o país pode levantar 30, 40, 50 bilhões com a venda de vinagrete” (Foto: Isac Nóbrega/PR)

GARAPAVAC – “A minha vida aqui é uma desgraça, é problema o tempo todo, não tenho paz para absolutamente nada, nem pra comer um pastel chinês sem tomar uma ameaça do Xing-Ling”, desabafou o presidente Jair Bolsonaro, enquanto publicava um decreto para transformar o salão nobre do Palácio da Alvorada numa barraquinha de caldo de cana. “Então mandei o Zero Três apagar lá o texto contra os china no Twitter dele, pra poder comer um pastel em paz. Chama soft power, tá ok?”

Além do puxão de orelha, Eduardo Bolsonaro ganhou também uma temporada de intercâmbio na embaixada brasileira em Pequim, onde vai fazer curso de pastelaria 5G. “No tocante a isso daí o menino já tem conhecimento nesse mundo da fritura, tá ok?” justificou o presidente. “É apenas uma criança de 36 anos que comete seus erros e a gente tem que colocar no prumo certo.”

O movimento de Bolsonaro pegou de surpresa os especialistas em relações internacionais, ainda mais depois de o presidente brasileiro tensionar a relação com a Argentina e com os Estados Unidos de Joe Biden – que, junto com a China, são os três maiores parceiros comerciais do Brasil. “Eu não como alfajor e nem McDonald’s, então não preciso desses dois países aí pra nada, tá ok?”, tuitou Bolsonaro.  “Se bem que se o McDonald’s virar McDonald’s Trump, aí eu posso até reconsiderar, kkkk.”

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