Brasil: quem não está deprimido está mal informado, dizem estudiosos

O governo federal já estuda como fazer chegar boletos na residência do último brasileiro feliz – Crédito: Ron B/Flicrk/Creative Commons

PAÍS DO FUTURO DO PRETÉRITO – Uma junta formada por antropólogos, sociólogos, psicólogos, psiquiatras, arqueólogos e neurocientistas saiu em expedição, ontem, atrás do que foi descrito como o último brasileiro que ainda encara a vida com um olhar de felicidade. Notícias dão conta de que o relicto evolutivo mora no campo, em um lugar sem internet, sem banca de jornal e sem sinal de televisão.

“Hoje a gente sabe que a única forma de evitar a tristeza e a desesperança é a completa alienação”, explicou um ex-funcionário do IBGE, demitido após o anúncio de que o governo não vai fazer Censo em 2021. “Então me entusiasma muito descobrir como pensa um brasileiro que não sabe das 837 tragédias ocorridas no Brasil do Bolsonaro na última semana.”

A busca pelo felizardo é vista como uma corrida contra o relógio, pois acredita-se que o local onde ele habita é o possível ponto onde vão cair os destroços do foguete chinês que está rumo à Terra.

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