Cachorro Augusto Bolsonaro temia ser escondido em canil de Wassef em Atibaia

O cachorro Augusto foi colocado no Serviço de Proteção à Testemunha Canina e tem paradeiro desconhecido

KEIROZ CLUB – Terminaram hoje, com um desfecho feliz, os doze dias mais tensos da vida do cachorro Augusto Bolsonaro. “Foi um pequeno passo para um pastor maremano, mas um grande passo para a espécie dos cães”, publicou, em nota, o Kennel Club de Brasília, que temia que Augusto Bolsonaro jamais voltasse à sua família original, onde era conhecido pelo nome Zeus, antes de se perder, doze dias atrás. “O receio era de que ele fosse levado para o canil do advogado Frederick Wassef em Atibaia.”

“No tocante a esse cachorro daí, ele tava perdido de coleira, tá ok? Como é que a senhora Michele ia saber que ele tinha um dono?”, disse o presidente Jair Bolsonaro, para tentar esfriar a temperatura da maior crise que se abateu sobre o Palácio do Planalto desde duas horas atrás. “E tem mais. Se hoje em dia até ministro da Educação falsifica currículo, como é que eu ia saber que aquela coleira não era inventada?”

Questionado sobre o contato com o cachorro, Wassef afirmou: “Eu não conhecia o referido cachorro e de maneira alguma o hospedaria no meu canil, que inclusive estou desativando para transformar em fábrica de sabão e de casacos com estampas na temática Dálmata.”

Fontes indicam que a descoberta de que o cachorro já tinha dono teria sido feita pelo Gabinete do Ódio, capitaneado pelo vereador Carlos Bolsonaro. Segundo os rumores, Carluxo se sentiu desprestigiado com a atenção que o pet estava recebendo nas redes sociais, algo que ele abordou em um tuíte recente: “As mesmas patas de sempre com pelo branquinho e alma turva entorpecem os olhares e sentidos dos que antes caminhavam e agora rastejam. Latir ou lutar? Quem sabe? Brasil!!!!!”

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