Com rejeição de Bolsonaro subindo a 59%, Paulo Guedes já pensa em privatizá-la

O professor Pasquale ensina que é importante não confundir pregão da Bolsa com pregão na Bolsa Foto: Palácio do Planalto

CHICAGO BOI – “É uma oportunidade única. Um ativo seguro, que só cresce, que tem tudo pra chegar a 80%”, disse o ministro da Eugenia, Paulo Guedes, em jantar com investidores essa semana, quando anunciou a intenção do governo de privatizar a rejeição do presidente Bolsonaro. “Quero lembrar a vocês que eu comprei esse papelão na baixa, quando nem rejeição tinha ainda. E agora, privatizando, dá pra ganhar trilhão. Tá valendo mais que bitcoin!”

O movimento do governo fez o mercado de commodities ligadas ao presidente Jair Bolsonaro disparar. A cotação do botijão de gás e do gatonet subiu a níveis históricos no pregão de Rio das Pedras, a granola disparou na bolsa da Wal do Açaí, e o fornecimento de caixas eletrônicos da Alerj foi suspenso por excesso de procura.

Guedes anunciou que o governo deve capitalizar também os pronunciamentos do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. “Ali é um investimento mais lento, seguro, para quem gosta de pensar muito e ponderar com calma antes de dizer ou não se vai ter eleição em 2022, ou se as Forças Armadas podem ou não achincalhar o Congresso”, explicou o economista da Escola Militar de Chicago.

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