Depois de fogo na Cinemateca, Mário Frias é cotado para o Ministério do Meio Ambiente

O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, o secretário de Cultura, Mario Frias e ministro de Relacoes Exteriores, Ernesto Araujo, conversam durante a cerimônia de lançamento da retomada do turismo no Palácio do Planalto

TREVAS – Depois de negligenciar dezenas de avisos e deixar a Cinemateca de São Paulo pegar fogo, o ator Mário Frias passou a ser cotado para assumir o comando do Ministério do Meio Ambiente do governo Bolsonaro. Frias, que interpreta um dublê de Regina Duarte – que por sua vez era dublê de Roberto Alvim, que por sua vez foi dublê de Joseph Goebbels na secretaria de Cultura – deve empregar a mesma eficiência para destruir áreas virgens da floresta amazônica.

“Tão dizendo nisso daí que meu governo não é eficiente, mas o Mário Frias tá executando muito bem tudo que foi pedido pra ele, tá ok?”, declarou Bolsonaro, que não é ator, mas sempre sonhou em ser dublê de Hitler em alguma produção nacional. “Quanta energia não dá pra gerar se ele queimar todos os teatros e museus do país? Disso a imprensa não fala, né?”

Inspirado pelo incêndio de ontem, Bolsonaro anunciou que o desmatamento não será mais medido em campos de futebol, mas em cinematecas, como forma de prestar uma homenagem ao trabalho de Frias. Também anunciou que o governo deve adotar o slogan “Conheça antes que queime” para incentivar a visita a outras instituições culturais. “Mas também vale pra essa coisa aí de natureza”, disse Bolsonaro.

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