Depois de pacificar Coreias, Trump diz ser capaz de fazer igual com o Brasil

“Vai ser a maior pacificação da história da terra em todos os tempos”, afirmou Trump sobre a ação no Brasil

“Vai ser a maior pacificação da história da terra em todos os tempos”, afirmou Trump sobre a ação no Brasil FOTO: VANESSA CARVALHO/BRAZIL PHOTO PRESS_FOLHAPRESS

 

TWITTER – “Faltava um presidente capaz de unir todas as tribos, como foi o Obina”, disse o marqueteiro e vocalista do Capital Federal Inicial, Eldinho Mouco Preto. “Agora não falta mais. Com o Trump, o Brasil voltou 20 anos em 140 caracteres.” O acordo foi fechado após reunião com o presidente Michel Temer.
Eldinho se referia ao anúncio, feito pelo presidente americano, de que a conversa com Kim Jong-un o inspirou a aceitar desafios diplomáticos mais ambiciosos, como unir os leitores do Antagonista e do Diário do Centro do Mundo. “São grupos de extremistas extremamente mais extremos do que os extremistas do extremo asiático”, comentou Trump, com sua caraterística riqueza léxica. “Parte deles, inclusive, também é comandada por um Kim de cabelo estranho.”
Seguindo o modelo da reunião com Kim Jong-Un, a reunião de Trump com os líderes deve ocorrer em Cingapura. Mas dessa vez se trata dos conjuntos habitacionais criados por Paulo Maluf, que vão ser reformados com piso de mármore e torneiras de ouro para se tornarem pequenas Trump Towers, acordo fechado como contrapartida ao aporte diplomático do presidente norte-americano.
A estratégia de Trump consiste, também, em falar com os presidenciáveis, de forma a evitar conflitos futuros. “Vai ser fácil, porque temos muito em comum. Com o Ciro Gomes vou falar de feminismo. Com o Bolsonaro, de incontinência verbal. Já com o Álvaro Dias, que também é meio laranja, sobre bronzeamento artificial.” Trump diz só não ter certeza se vai falar com o candidato do PSDB. “É que ainda não consegui entender se é o Doria, o Huck, o Oliver do Teste de fidelidade, o Jordi, a Luiza Ambiel, o Sérgio Chapelin, o Bruno do KLB, o Pe Lanza, o Matemático Oswald de Souza, o Henry Sobel, o Ivan Lins, o Ciro Bottini, a Nicete Bruno, o Pablo do Qual É A Música ou aquele cara chamado Alckmin.”
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