Efeito colateral: depoimento da Pfizer gera disfunção erétil na imagem do governo

Depois de negar por onze vezes a compra da vacina da Pfizer, o presidente pediu celeridade na entrega de outro produto da farmacêutica que não quis revelar

BRAULIOGATE – Crise no Vivendas da Barra. Depois de passar anos garantindo que tinha histórico de atleta e que era “imbrochável”, o presidente Jair Bolsonaro viu a imagem de seu governo padecer de uma disfunção erétil com o depoimento de hoje, na CPI da Covid-19, do ex-presidente da Pfizer no Brasil, Carlos Murillo. Além de mostrar que Fabio Wajngarten mentiu em seu depoimento de ontem, Murillo ainda revelou que o vereador Carlos Bolsonaro participou de reuniões para a compra (SIC) de vacinas da Pfizer, mesmo sem integrar o governo.

“No tocante a essa participação do Carluxo aí na negociação, ele só queria encontrar o cara lá da empresa pra trocar a cor do azulzinho por verde e amarelinho”, explicou o presidente Jair Bolsonaro. “É como eu sempre disse. O nosso viagra jamais será vermelho!”

Em reação ao imprevisto, a base governista tentou minimizar a situação: “A imagem do governo está nervosa, hoje está um dia tenso, então ela teve esse problema de performance”, justificou em nota a bancada da balinha azul. “Providências já estão sendo tomadas nesse sentido. Vamos ministrar um tratamento precoce à base de catuaba e amendoim e em breve tudo voltará ao normal.”

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