Ernesto Araújo é o primeiro agrotóxico rejeitado por Kátia Abreu

O agrotóxico Ernesto Araújo foi banido de todos os países do mundo, e até do condomínio Vivendas da Barra

LAVOURA ARCAICA  – “Tudo tem limite”, afirmou a senadora Kátia Abreu, após desmatar a reputação do ex-ministro Ernesto Araújo na CPI da Covid-19. “Ficou claro que o uso desse chanceler causa efeitos adversos como delírios de grandeza, alucinações, dificuldades de fala, sudorese, messianismo, agressividade, síndrome de Estocolmo e apequenamento de caráter. Por isso sou contra e não recomendo. Entre ele e o glifosato, mil vezes o glifosato.”

A atitude da senadora, que já chegou a ganhar o troféu motosserra de ouro, pegou de surpresa a base governista, que nunca a imaginou rejeitando um agrotóxico puro de origem. “Antes a gente podia contar com a Kátia para defender a queimada de árvores, mas agora ela vem e queima o filme do chanceler e do governo. É uma desilusão”, disse um representante da bancada do boi.

Mas nem tudo é derrota para o ex-chanceler. Ernesto Araújo foi tão humilhado hoje no Senado, que acabou despertando a atenção do cineasta dinamarquês Lars Von Trier, que pretende gravar com ele um filme que mistura seus sucessos Os Idiotas, Dogville, Melancolia e Ninfomaníaca. “Vai ser um filme com muito masoquismo, coprofagia verbal e lambeção de bota de milico”, explicou Von Trier. “A ideia é que o personagem vá da glória ao ostracismo, descobrindo que a Terra plana dá voltas.”


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