Exclusivo: Orange Giants Brasil é tocado por dois empreendedores cariocas

A dupla vinha se mantendo incógnita em um bunker em Atibaia, mas decidiu revelar sua identidade após publicação de um relatório da Abin Imagem: Reprodução



SLEEPING MINIONS – A hashtag #OrangeGiants viralizou ontem, no Twitter, depois de o jornal Folha de S.Paulo revelar que o perfil Sleeping Giants Brasil é tocado por um jovem casal do Paraná que vive de auxílio-emergencial. Mas apesar de aparentar ser uma crítica ao poder de fogo do casal – acusado de ser laranja de uma corporação maior por já ter desmonetizado em R$ 1,5 milhão de reais sites de extrema direita – a hashtag nada mais era do que uma ação de marketing de uma inquieta dupla de empreendedores cariocas.

“Esse projeto do Orange Giants nasceu de uma vontade nossa de empreender de maneira disruptiva”, explicou Flávio Bolsonaro, um dos pioneiros do conceito moderno de home-office, por nunca exigir a presença de funcionários em seu gabinete, mesmo antes da pandemia de Covid-19. “Então me juntei ao Fabrício, que é um cara polivalente, com know how nas áreas de depósito bancário, escritura de imóvel, gás de cozinha e chocolate superfaturado, e criei o Orange Giants.” O site pretende desmonetizar o quadro de servidores da Alerj ao mesmo tempo em que monetiza a economia infralegal de imóveis.

“O Filipe Martins falou que o Sleeping Giants era tocado por um motorista de Uber, não é? Mas o Orange Giants vai ser tocado por um dono de van, tá ok?”, provocou o presidente Jair Bolsonaro, em referência a outro investimento do sócio de Flávio, Fabrício Queiroz, no bairro carioca de Rio das Pedras, também chamado de Vale do Nióbio por Bolsonaro.

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