Exército só tem munição para 20 minutos de guerra: “A coisa de uma hora era superfaturada” se

Depois do coeficiente Pazuello, o Exército pretende rebatizar o AI-5, que passa a se chamar AI-1,66666 Foto: tJefferson Rudy/ Agência Senado

CORONAGATE – Depois de descobrir que o general da ativa Ernesto Pazuello negociou a compra de vacinas Coronavac pelo triplo do preço original, o Exército Brasileiro refez a famosa conta de quantas horas de munição a tropa teria para uma eventual guerra. “Sempre foi dito que as nossas Forças Armadas tinham munição para uma hora de guerra, mas esse cálculo jamais levou em conta o Coeficiente Pazuello”, explicou um matemático do Instituto Militar de Engenharia. “É preciso dividir tudo por três para chegar a um dado mais adequado.”

“Senhores, é simples”, respondeu Pazuello, diante da suspeita de que pode ter intermediado a compra de vacinas por um valor superfaturado. “Um manda e o outro obedece, mas tem um cafezinho.’ Sua declaração foi endossada pelo ministro da Eugenia, Paulo Guedes, que disse não haver motivo para preocupação: “Tá tudo sob controle. Se a gente fizer muita besteira a propina chega a 5 reais.”

Especialistas afirmam que os sinais do fator Pazuello eram evidentes e sempre foram acobertados: “Por que você acha que eles só pintam um terço do casco das árvores? E só o meio fio, não a calçada inteira? Esse nome, aliás, era pra ser ‘terço de fio’ mas forçaram pra ficar desse jeito”, revelou uma fonte que não quis se identificar.

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