Flávio Bolsonaro adota sobrenome “do Rap” para se proteger da Justiça

Em nota de desagravo, o PCC falou que não tem nenhuma relação com o senador Flávio do Rap

VIVENDAS RECORDS –

“Aqui estou, mais um dia,Comandando a rachadinha da família.
Você não sabe como é legislar
Com o Coaf na cola pra te investigar.
Caixa eletrônico alemão ou de Israel
Depositando dinheiro no papel.Homem é homem, mulher é mulher,Senador é diferente, né?
Cada Nhá Benta um valor, um problema,
Um apartamento na Muzema.
Ratatatá:
Mais um assessor do gabinete vai passar.”

Assim começa o rap “Diário de um faturamento”, do senador Flávio Bolsonaro, nova aposta da indústria fonográfica de Rio das Pedras. O lançamento da composição, já elogiada pela crítica especializada, coincidiu com uma mudança no nome do senador, que a partir de agora passa a assinar como Flávio do Rap Bolsonaro.

“Isso aí foi indicação do numerólogo criminalista dele, que não é o Wassef, já que ele nunca nem conheceu o Wassef, tá ok?”, explicou o presidente Jair Bolsonaro, quando perguntado sobre nova carreira do seu filho. “Eu pessoalmente gosto mais de sertanejo nisso daí, aí sugeri que fosse uma coisa meio Flávio Lima, Flávio Safadão, mas o Nunes Marques falou que Flávio do Rap ia emplacar melhor nas paradas de Brasília.”

A gravadora aposta no sucesso de seu novo artista, projetando uma venda de discos na marca de 89 mil cópias, o que ultrapassa o disco de ouro, garantindo o cobiçado disco de panetone a Flávio. “É um grande passo para o estilo no país. A gente pegou o gagsta rap americano, trouxe pra nossa realidade e assim nasceu o milícia rap”, explicou Fabrício K-Roz, precursor do estilo que está bombando e metralhando nas paradas. Nas próximas semana, aliás, a Vivendas Records deve anunciar o lançamento da obra completa e sem alvará de K-roz.

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