Governo decreta lockdown de 1.783 dias em Pazuello

Bolsonaro também estuda decretar lockdown nos perfis do Twitter de Ernesto Araújo, Abraham Weintraub e Fabio Wajngarten

GENERAL DA PASSIVA – “Ele manda e eu obedeço, mas tem um atestadinho”, explicou o general da ativa e ex-capacho da Saúde, Eduardo Pazuello, justificando o anúncio de que não poderá depor na CPI amanhã, por estar com suspeita de Covid-19. “A cloroquina e a ivermectina que eu ando tomando são boas para andar sem máscara em shopping, mas ninguém estudou ainda os riscos de contaminação numa CPI. É preciso ser precavido.”

O lockdown de Pazuello foi determinado hoje de manhã, por um decreto assinado pelo presidente Jair Bolsonaro que tem validade de 1.783 dias, mas pode ser prorrogado por mais 785 anos. “É que nem lixo radioativo de Angra 2. A contaminação pode durar muito tempo, tá ok? Tô fazendo isso pra proteger a população”, justificou o presidente.

Fontes indicam que o atestado médico que possibilitará Pazuello de cabular a CPI foi assinado por uma junta formada pelos doutores Osmar Terra, Nise Yamaguchi e Leda Nagle. “A Leda leu um post no Twitter sobre um plano da esquerda e do Renan Calheiros de matar o governo Bolsonaro no Senado. É melhor nem sair de casa”, explicou Pazuello.

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