Justiça censura especial de começo de ano de Donald Trump

Bolsonaro é visto assistindo versão pirata do especial que circula pela deep web

FÃ CLUBE VIVENDAS DA BARRA – “Vai ser um especial enorme. O maior especial que você já viu. Vai ser maravilhoso”, afirmou Donald Trump pouco antes do réveillon do ano em coletiva na Casa Branca. O presidente norte-americano se referia a sua produção de começo de ano, “A Enésima Tentação de Trump”, que iria ao ar através de múltiplos canais como CNN, BBC, GloboNews, RecordNews e redes sociais da família Bolsonaro. Hoje, porém, os planos do líder dos EUA e dono do topete mais famoso do mundo foram frustrados através de uma ordem judicial da justiça carioca.

Expedida entre um julgamento de multa a bloco de carnaval, a 187a ordem de prisão de Sergio Cabral e um pedido de apreensão de revista em quadrinhos com desenho de um beijo gay, a sentença afirma que a obra de Trump – que contém assassinato, crime de guerra, comoção popular e fortes doses de autoelogio – é excitante demais para a família brasileira, podendo interferir nos rumos do país. “Isso poderia levar o Brasil a matar general e declarar guerra contra o Suriname. Sem contar os danos irreversíveis que poderia fazer ao cabelo do presidente”, afirmou o juiz responsável pelo caso, que já prepara sua candidatura para as próximas eleições.

A produção engavetada conta com um elenco estelar que já figurava entre os favoritos na premiação internacional do Tribunal de Haia. Além de Trump no papel de Jesus, o especial traria o presidente brasileiro Jair Bolsonaro no papel de Maria e o chanceler Ernesto Araújo no papel de Maria Madalena. Eduardo Bolsonaro estava escalado para comandar o catering.

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