Leo Dias e Anitta se unem para condenar briga de Witzel e Bolsonaro: “Baixaria”

A operação da PF faz parte do plano de marketing da Queiroz Records, que deve lançar álbuns do governador de São Paulo João Doria e do prefeito de Manaus, Arthur Virgilio

SHOW DOS PODEROSOS – Equivocada, exagerada, deselegante. Foram essas três palavras que o colunista Leo Dias e a cantora Anitta usaram para descrever a briga ocorrida hoje de manhã entre dois famosos do showbizz miliciano: o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel e o presidente do condomínio Vivendas da Barra, Jair Bolsonaro. Ex-amigos, ex-confidentes e ex-parceiros de biografia, Witzel e Bolsonaro estão desde cedo numa intensa troca de acusações via Twitter e via força-tarefa da Polícia Federal.

“A gente sabe que a fama é como o gatonet. Ela tem um preço, e o Bolsonaro está aí para cobrar”, disse o colunista Leo Dias, que é cotado para ocupar a vaga de secretário de Cultura no lugar de Mário Frias depois de ter passado uma noite inteira expondo os podres de artistas brasileiros. “Agora, a cobrança não pode ser feita com essa deselegância toda, só porque o cara é governador de um estado em que todos os governadores já foram presos. Uma coisa é escrachar numa live, outra é usar o aparato policial do Estado em operações de vigilância que visam a destruição de inimigos políticos. Muito uó.”

Em pronunciamento nas redes sociais, Anitta concordou com o ex-desafeto, dando um puxão de orelha nos políticos: “Não é porque os dois são da terra do ‘vai, malandro’ que eles podem sair por aí brigando. De briga entre bicha velha já me basta o David Brazil e o Amin Khader.”

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