Mark Zuckerberg está preocupado com quantidade de dados sigilosos nas mãos de Toffoli

Toffoli já mandou averiguar se o nome de Zuckerberg consta no Coaf

VIVENDAS DO SILÍCIO – “É muita informação sob a tutela de uma única pessoa. Isso gera um sério risco à democracia.” O alerta foi dado hoje pelo CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, em decorrência da canetada que permitiu que o presidente do STF, o ministro Dias Toffoli, tivesse acesso, de uma só vez, a documentos sigilosos de 600 mil pessoas investigadas pelo Coaf. “Se eu já consegui eleger o Trump e o Bolsonaro só usando informações sobre os vídeos de gatinhos que as pessoas postam, imagina onde esse rapaz pode chegar com acesso à conta bancária alheia?”

Toffoli não quis rebater diretamente Zuckerberg, mas admitiu que está pensando em criar sua própria rede social. “Vai se chamar Coafbook, ou STFace”, adiantou. “Se o Facebook dá audiência com lavação de roupa suja, imagina uma rede de lavagem de dinheiro?” O ministro contou que pretende contratar os serviços da firma de consultoria e rachadinhas Queiroz Analytica, que vai se encarregar de preparar testes para obter mais informações sobre os usuários. “Eles até já me deram uns exemplos dos testes”, contou, antes de exemplificar:  “Que general humilhado combina mais com a sua personalidade?”, “Essa milícia cobrou pedágio de uma maneira que vai te deixar boquiaberto; veja como” e “Qual dos 48 depósitos de 2 mil reais é você?”

Grandes adeptos de novas tecnologias, os Bolsonaro devem ser os primeiros usuários do projeto de Toffoli.

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