Sem F-1, governo cria F-Zero Um, a ser disputada em 48 provas de 2 mil voltas

Lewis Hamilton aceitou participar do campeonato após ter sua família subtraída e colocada em cativeiro em Atibaia

CURVA DO LARANJINHA – Reviravolta no mundo do automilicianismo! Após saber que o mundial de Fórmula 1 havia excluído o Grande Prêmio Brasil e das demais etapas em países da América do campeonato de 2020, o governo Bolsonaro anunciou a criação de uma nova modalidade de corrida radical, a Fórmula Zero Um. O campeonato de velocidade em caixas eletrônicos será disputado em 48 provas de 2 mil voltas, nos circuitos de Rio das Pedras, da Muzema e do condomínio Vivendas da Barra, a famosa Mônaco carioca. Todos os carros terão patrocínio da estatal Cloroquina Sports & Marketing.

Os automóveis vão passar por uma preparação especial do mecânico/faz-tudo da família presidencial Fabrício Queiroz, conhecido internacionalmente por sua habilidade de gerar lucros milionários reformando e revendendo carros. “Gosto muito de comprar carro de Fórmula 1 em seguradora. Na minha época lá atrás, desde o Piquet, eu comprava um carrinho, mandava arrumar, revendia pro Mansell”, afirmou Queiroz, sobre seu método campeão.

A organização do campeonato estuda incluir uma prova em Kopenhagen – a loja de chocolates do Barra Shopping, não a capital da Dinamarca. Se tudo correr bem, o governo também estuda a criação das categorias Fórmula Zero Dois, a ser disputada inteiramente no Twitter e Fórmula Zero Três, que contará apenas com a participação de um cabo e um soldado.

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