Soluço entra para o Programa de Proteção à Testemunha depois de passar onze dias com Bolsonaro

Depois de enfrentar um desafio tão intenso, o soluço já pensa em participar da próxima temporada de No Limite – Foto: Reprodução

ORAL B17 – “Foi uma temporada difícil aí, né? A gente sempre sabe que as pessoas não gostam muito da nossa presença, mas no caso do presidente a coisa era pior”, disse o soluço de Jair Bolsonaro, depois de pedir guarida ao Programa de Proteção à Testemunha.

“Era uma loucura. A gente normalmente chega, fica um tempo com a pessoa, aí ela bebe uma água e a gente vai embora. Mas ele não bebia água nunca, era só leite condensado”, detalhou o espasmo sobre o cárcere privado e as tentativas de fuga frustradas. “O negócio do susto normalmente funciona, mas não quando a gente tá assustado também, o que era o caso ali. Se imagina no meu lugar, pra cima e pra baixo com esse pessoal de moto, sem máscara. É complicado!”

O soluço deu detalhes do horror que enfrentou nesses onze dias: “Era um cheiro muito ruim lá dentro, de coliforme verbal misturado com resto de cloroquina. E o mais louco é que as pessoas no entorno dele pareciam apreciar aquele conteúdo.”

Disfarçado de espirro e morando em uma localidade secreta no estado do Tocantins, o soluço espera agora levar uma vida normal. Ele foi diagnosticado com transtorno de estresse pós-traumático, geralmente ativado quando ouve a palavra “rachadinha”: “A coisa ficava feia lá dentro quando alguém falava isso”, contou.

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